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29/05/2012
17/05/2012
Ciclo "Tripas"
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| Nova Iorque: pelo menos um metro separa ciclofaixa de carros estacionados. |
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| Pô, fala sério!! Será que não dava prá fazer uma faixa maior??? |
15/05/2012
Um Observatório de Mobilidade...
"Trata-se de um grupo de voluntários comprometidos com a observação, estudo e elaboração de soluções para o desenvolvimento da Mobilidade Urbana de Pelotas. Baseados nos princípios da sustentabilidade, este grupo busca dialogar e envolver o poder público e privado para o desenvolvimento de uma cidade com o foco no bem-estar de sua população, privilegiando o transporte limpo e coletivo em detrimento do transporte motorizado e individual.
Esta visão de política possibilita caminharmos em direção a um futuro, a médio e longo prazo, que privilegie o bem-estar das pessoas. Por estas razões, o grupo escolheu ser batizado comoOBSERVATÓRIO DA MOBILIDADE URBANA DE PELOTAS e convida toda a população a se envolver e discutir questões de interesse público referentes à Mobilidade Urbana. Com isso, convocamos toda a população a expor suas idéias e percepções da cidade de Pelotas em nossos espaços virtuais e reais, no intuito de agregar força para que os futuros prefeitos da cidade se apoiem em nossos estudos e envolvimento com os munícipes, para desenvolverem ações que não fujam ao interesse “PÚBLICO” de uma cidade melhor para TODOS.
Sabendo da dificuldade de recursos que a prefeitura possui para abarcar sozinha esta missão e com a devida qualidade, o OBSERVATÓRIO conta com técnicos (servidores públicos) das Secretarias Municipais de Segurança e Trânsito, Gestão Urbana e de Obras, Universidades e instituições como Sest/Senat, Grupo Curticeira e movimentos pró-bicicleta como o Mubpel.
O grupo tem se reunido com os prefeituráveis para apresentar seus princípios, objetivos e formas de ação, com o intuito de, independentemente do partido que seja a próxima administração municipal, que se dê continuidade às ações previstas ainda para este ano, como a revitalização da Av. Fernando Osório, manutenção e melhoramento de ciclovias e ciclofaixas já existentes, bem como a implementação efetiva do Plano Cicloviário de Pelotas, recentemente premiado em Brasília, porém, ainda em sua maior parte exista apenas no papel.
Um dos principais frutos destas ações foi a conquista de uma AUDIÊNCIA PÚBLICA sobre MOBILIDADE URBANA, a ser realizada no dia 26 de maio (sábado) na Câmara dos Vereadores de Pelotas."
mais em: Blog Mobilidade Urbana sustentável.
05/05/2012
...Transitando em todos os lugares.
20/04/2012
As prioridades de cada lugar
As pessoas que estão em carros ou as pessoas que estão fora deles?
Pessoas ou pessoas motorizadas???
Cada governo e sociedade valoriza aquilo que mais lhe convém!
Para atravessar uma avenida em São Paulo se leva DOIS MINUTOS e MEIO (150 segundos!). A relação é de 150 segundos para os carros e 25 segundos para os pedestres!
Em outro lugar, no caso Compenhague, a relação é outra: 40 segundos para os carros e 30 segundos para os pedestres!
Só não me digam que não é possível valorizar as pessoas que estão fora dos carros... Já disse isso outras vezes, mas sempre é bom reforçar: Trânsito não é sinônimo de carros, muito menos carros 'fluindo'...
18/04/2012
30/03/2012
09/03/2012
Canal navegável
Inaugurada em 2003, e medindo um total de 920 metros de comprimento, a maior ponte navegável já feita pelo homem conecta dois canais – o Elbe-Havel e o Mittelland – ao passar por cima do Rio Elba, um dos mais importantes da Europa, próximo à cidade de Magdeburg."
mais em: http://casavogue.globo.com/arquitetura/canal-navegavel-cruza-por-cima-rio-alemao/
04/11/2011
21/10/2011
O primeiro carro em Porto Alegre
A foto acima, quase desconhecida, foi garimpada pela fotógrafa Eneida Serrano no acervo de um pioneiro fotógrafo amador, no Rio Grande do Sul, que usava o pseudônimo de Lunara. Provavelmente o “retratista” preparou a câmera para que alguém batesse a foto e ele pudesse aparecer, refestelado e comodamente alojado, no banco traseiro (bem à esquerda) do primeiro automóvel a circular nas ruas de Porto Alegre. O carro, um De Dion Bouton 1906, foi importado da França naquele ano por Januário Grecco (sentado no banco dianteiro, ao lado do irmão), um próspero comerciante de alimentos que representava as Indústrias Matarazzo de São Paulo aqui no Estado. Lunara, amigo de Grecco, era a composição das três primeiras sílabas do nome do destacado empresário Luiz Nascimento Ramos (1864 – 1937), que também trabalhava com secos & molhados e tinha na fotografia seu hobby predileto.
Quando o automóvel foi desembarcado do navio, no cais da Alfândega não havia quem soubesse manejá-lo. O proprietário teve de recorrer aos préstimos de um detento da Casa de Correção, Marini Constanti, italiano e familiarizado com mecânica e operação de veículos motorizados.
O carro foi empurrado até o Cadeião do Gasômetro e, dentro do pátio da penitenciária, foi acionado pela primeira vez. Marini ganhou autorização para sair algumas vezes do presídio, como motorista dos Grecco.
A Capital tinha 70 mil habitantes e nessa época o Código de Veículos de 1893 não previa o transporte motorizado. Em 1913, já com 188 automóveis registrados, a lei foi regulamentada: tornou-se obrigatório o uso de lanternas à noite e de buzina a cada esquina, e a velocidade máxima permitida era de 6km/h no centro, 10km/h nos bairros afastados e 15km/h fora da cidade.
Hoje, 708 mil carros ocupam as ruas do município. Felizmente nem todos buzinam nas esquinas.
Mais em: Almanaque Gaúcho
Fonte: Almanaque Gaúcho. ZH dia 21/10/201128/08/2011
Nem por UM MINUTO!!
Ótima produção,
O uso indevido de vagas destinadas a pessoas com deficiência em estacionamentos de estabelecimentos – que resultou no lançamento da campanha “Esta vaga não é sua nem por um minuto” em meados de março deste ano – é o foco do vídeo que a agência TheGetz colocou no ar neste fim de semana nas redes sociais.
Como a principal desculpa para a ocupação de vagas exclusivas para deficientes e idosos é sempre a do pouco tempo de permanência no estabelecimento, o “apenas um minuto”, a TheGetz colocou cadeiras de rodas em vagas normais e registrou a reação das pessoas em um estacionamento de Curitiba. O resultado é o vídeo que pode ser visualizado nas páginas da campanha no Facebook, Twitter, Youtube e Vimeo. O filme também pode ser acessado pelo blog do movimento.
19/08/2011
06/08/2011
Nossa casa no meio da rua
Esses dias, vendo televisão, reparei naquela propaganda da Citroen (C3 Picasso) que traz uma música em inglês ilustrando a peça publicitária. A música (Our House in the Middle of the Street) em questão diz no refrão, em livre tradução: "Nossa casa no meio da rua...). Entendo que os publicitários queriam reforçar os aspectos de conforto e o perfil familiar do carro, mas me chamou mais a atenção os aspectos subjetivos presentes nesse tipo de publicidade automotiva. O carro, sabemos bem, é muito mais que um patrimônio material para boa parcela das pessoas. Um carro é status, signo de prosperidade pessoal e as vezes também serve "até como meio de transporte...". Ver o carro como estensão da casa é o que tem gerado muita confusão nas cabeças menos atentas. Condutores portando-se em seus veículos como se em casa estivessem: Comem, bebem, falam ao telefone, fazem barba, cabelo e bigode ao volante, afinal o carro é nossa casa também, não é ?! 















