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11/11/2019

Garagens em prédios: (In) dispensáveis?

     Era impensável construir um edifício em uma grande cidade e não planejar em seu projeto um número razoável (?) de garagens. Inclusive, em unidades de padrão elevado, o diferencial em alguns casos ainda é oferecer uma vaga por morador. Mas os ventos da mudança se aproximam com grande velocidade.  Em Porto Alegre, por exemplo, a prefeitura anunciou que não exigirá das construtoras que seus projetos tenham necessariamente vagas para estacionamento. Em São Paulo, novos prédios estão abandonando as garagens e abrindo espaço para receber entregas. 
     Os impactos dessa nova "onda" ainda não são claros.  Talvez seja mais um golpe na cultura da automovelcracia, talvez as ruas fiquem mais cheias de veículos estacionados agora em espaços públicos e não privados. Mas o fato é que a mudança está em curso.
     As construções de cinco décadas atrás não  eram pensadas, em regra,  com garagens. A mobilidade era em outra escala. Mas de indispensáveis e essenciais, talvez esses espaços que encarecem construções e pouco tem serventia, a não ser para guardar máquinas bebedoras de combustível, se tornem rapidamente em coisas do passado...  

24/03/2017

Fatos sobre o trânsito

16 Facts about Cars




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95% do tempo de vida de um carro é gasto estacionado!


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Um carro tem em média 30,000 partes!

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Atualmente há 1 bilhão de carros em uso no planeta!






12/11/2015

Família Pedrosa


         Projeto lançado pelo jornal Pioneiro valoriza o pedestre e demais usuários do trânsito que normalmente são esquecidos.  "Para participar do projeto Família Pedrosa, a família pedestre, o leitor e o internauta podem recorrer a um bordão sempre que identificarem uma situação de desrespeito aos pedestres e cadeirantes nas ruas. Eles podem dizer: "Chama o Pedro". Será a senha para que a Família Pedrosa possa conferir a situação descrita e divulgá-la, cobrando uma resposta dos órgãos e pessoas responsáveis."  
Veja quais são os canais disponíveis para participar do Família Pedrosa, projeto do Pioneiro Ilustração: Charles Segat / Agência RBS/


As situações de desrespeito ao pedestre e ao cadeirante irão gerar um mapa digital que permitirá o acompanhamento de cada caso no pioneiro.com.





30/09/2014

A rua é (somente) do carro?

Os “parklets” foram criados em São Francisco, nos Estados Unidos, e surgiram como forma de converter o espaço de estacionamento de automóvel na via pública em área recreativa temporária. A ideia tinha aparecido por aqui como um projeto que visava estimular a discussão das cidades para as pessoas e o uso do solo com equidade. O resultado foi positivo e, agora, o "parklet" faz parte de São Paulo.
"Nós conseguimos transformar uma ocupação do espaço em política pública", comemora Lincoln Paiva, presidente do Instituto Mobilidade Verde, que, em parceria com o Design Ok, concretizou o projeto. "Agora, a Prefeitura vai publicar um manual de como fazer um parklet e qualquer pessoa vai poder fazer o seu", explica. 












 
mais informações aqui. e aqui.




20/11/2013

Restrição aos automóveis, caminho sem volta.

Mapa mostra área que será atingida Em Porto Alegre começou a ser debatido nesta segunda-feira (18/11) em período de Discussão Preliminar de Pauta da Câmara Municipal. A proposta, de autoria do vereador Marcelo Sgarbossa (PT), delimita a restrição às seguintes vias: Rua Caldas Júnior, Rua Siqueira Campos, Avenida Júlio de Castilhos, Rua Dr. Flores, Avenida Salgado Filho, Rua Andrade Neves, Rua General Câmara e Rua dos Andradas. Segundo o projeto, o acesso de veículos automotores à área restrita poderá ser controlado por meio da instalação de pinos nas ruas e por câmaras de vídeo.

Mais informações no site de acompanhamento do projeto.

19/11/2013

Se você para na nossa vaga, nós paramos na sua

utad

   "Imagine-se como uma pessoa com deficiência física. Você está dirigindo e precisa parar em algum lugar, mas todas as vagas destinadas aos deficientes estão ocupadas – a grande maioria por carros de pessoas que não são deficientes. Para conscientizar a população portuguesa de que é errado estacionar nessas vagas se você não for deficiente físico, um grupo de cadeirantes resolveu fazer um protesto original.
Eles ocuparam todas as vagas de estacionamento de uma movimentada rua de Lisboa com cadeiras de rodas. Aos motoristas, confusos, deixaram apenas um recado, ironizando a desculpa dada por quem comete o erro de parar em vagas para deficientes: “só fomos ali e não demoramos nada”.

Mais em: http://catracalivre.com.br/geral/cidadania/indicacao/se-voce-para-na-nossa-vaga-nos-paramos-na-sua/

09/04/2013

Aprender (esquecer)

Rubens Alves diz que: "O aprendido é aquilo que fica depois que o esquecimento fez o seu trabalho." Concordo plenamente! 
No meu caso, em especial, o esquecimento trabalha de forma quase desumana, sem cessar. As vezes penso que deveria negociar uma redução de carga horária com essa figura, mas infelizmente não consigo nunca marcar essa reunião...
Não penso que seja tão ruim assim esquecer certas coisas, acredito inclusive que tenhamos mais benefícios que problemas com a nossa produção em séria de esquecimentos. O 'esquecimento seletivo'  é uma espécie de sistema de proteção de nossa saúde mental. Imaginem a quantidade de bobagens a que estamos expostos diariamente, poder esquecer é uma dádiva! 
O problema é quando esse sistema de proteção da saúde mental começa a entrar em colapso e sai apagando de nossa memória saberes e APRENDIZADOS. Nesse caso, como uma doença autoimune, aquilo que poderia ser bom, passa a ser um grave problema. 
Em resumo, esquecer algumas besteiras, ok! Esquecer aquilo que aprendemos e torna a nossa vida melhor, não! 


     Quando falamos de nosso transporte público, mais especificamente dos ônibus, verificamos que a forma de gestão/administração desse sistema é praticamente a mesma nos últimos 40 ou 50 anos. Desenvolvemos uma expertise, um acúmulo de saberes e essa forma (ou fórmula de gerir) se repete por décadas a fio, com um ou outro pequeno ajuste. A crítica que faço é que realmente APRENDEMOS UMA FORMA de administrar os sistema de ônibus, mas não podemos ESQUECER que mudar é uma necessidade, uma questão de sobrevivência...

Achava-se (e ainda muitos acham) que:

   Os usuários de transporte público não teriam outra opção, a não ser usar o ônibus;
   Os investimentos nas vias sempre poderiam ser ampliados;
   O preço da tarifa do ônibus deveria poder pagar todos os custos de operação;
   Os usuários não tinham poder de organização;
   A qualidade não era um dos principais fatores levados em conta pelos usuários;
   O transporte público é um mal necessário;
   O transporte público é para a população menos abastada (pobre).

 Mas é preciso lembrar que:

  O usuário na verdade é um cidadão/cliente;
  A concorrência com o carro é desleal e insustentável a longo prazo;
  As vias públicas tem limite de expansão e investimento;
  Os custos do não uso do transporte público são maiores do que o de seu uso;
  A população/sociedade organizada pode e deve influir na gestão do transporte;
  Sem qualidade não há transporte público viável;
  A forma de gestão atual do transporte público chegou a seu limite, novos modelos são urgentes.

      É hora de novos aprendizados, novos saberes estão sendo construídos em várias partes do mundo na forma de pensar a mobilidade. É o momento de falar e colocar em prática outros paradigmas. Por exemplo:

"A ideia de gratuidade no transporte vai contra tudo o que nos disseram sobre o assunto aqui no Brasil, a saber: sem pagamento, o sistema ficaria sem recursos, e em algum momento se tornaria inviável. Mas existem teóricos e administradores públicos que defendem que é economicamente viável – ou até preferível – que as pessoas não paguem por ele.
As vantagens de não se cobrar pelo uso de trens e ônibus são várias: promoção de uma certa justiça social, já que o peso do pagamento de transporte público é grande para a população mais pobre, que é a que mais precisa dele; redução da emissão de poluentes; menos poluição sonora; redução do uso de combustíveis fósseis; diminuição dos gastos em obras viárias, já que o carro seria menos necessário; aumento do uso do espaço público, pois as pessoas precisariam andar mais nas ruas para usar o transporte; eliminação dos gastos com o sistema de cobrança, entre outras.
Em Châteauroux, cidade de 49 mil habitantes, a média de uso do ônibus era de 21 viagens por ano, contra uma média de 38 em outras cidades pequenas da França. Depois da implementação da gratuidade, esse número saltou para 61 viagens por ano. Em Hasselt, o uso do transporte público subiu mais de 1000% desde que passou a ser gratuito." fonte: pragmatismo político

  
  Quanto maior a mobilidade em uma cidade maior é a oxigenação da economia, da política dos direitos e das possibilidades de crescimento de seus cidadãos. Novas perguntas nos levarão a novas respostas e novas soluções somente serão possíveis se tivermos a capacidade de esquecer o modelo atual e constituir algo novo em seu lugar.


01/08/2012

Calçada, essa incompreendida!

Certa vez ouvi alguém dizer que o nível de cidadania de uma sociedade se deveria medir pela largura de suas calçadas (no cálculo do IDH deveria se levar em conta as mesmas). Com a explosão no número de carros em nossas vias nos últimos anos, as calçadas vêm sofrendo agressões cada vez mais intensas. A pressão por mais áreas de estacionamentos e mais espaços para a circulação de carros intensificam esses movimentos de ataque aos passeios públicos.

22/04/2010

Quem respeita?

Um empresário foi agredido ao reclamar para um condutor que havia estacionado em um local específico para pessoas com necessidades especiais. O resultado foi uma internação hospitalar e severas lesões na cabeça do reclamante. Agressão atrás do volante e agressões fora do veículo. Quem quiser reclamar que reclame, mas não espere rosas. A lei que impera é aquela: A melhor defesa é o ataque (ver link), de preferência com uma barra de ferro...
http://www.band.com.br/jornalismo/cidades/conteudo.asp?ID=291881