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18/11/2019

Uma nação de ciclistas

    Durante as décadas de 1920 e 1930, a bicicleta se tornou um símbolo de difusão de igualdade e liberdade na Dinamarca. 
       As bicicletas foram introduzidas pela primeira vez no país na década de 1880 e, nas décadas de 1920 e 1930, a bicicleta se tornou um símbolo de difusão de igualdade e liberdade. Pessoas de todas as classes sociais começaram a andar de bicicleta lado a lado - nas cidades a caminho do trabalho e no campo nos dias de folga.


 Na Dinamarca:

# Nove em cada dez pessoas tem uma bicicleta;
# Os dinamarqueses percorrem 1,6 km por dia, em média;
# O ciclismo representa um quarto de todo o transporte individual na Dinamarca em distâncias inferiores a cinco quilômetros;
# Existem mais de 12.000 quilômetros de ciclovias na Dinamarca















 

Rodovias para bicicletas

  Para atender o grande número de ciclistas, o planejamento urbano da Dinamarca está trabalhando para desenvolver a infraestrutura de ciclismo físico em todo o país. Ciclovias largas e pontes para ciclistas aumentam a segurança, e as 'rodovias para  ciclistas' estão sendo expandidas nas grandes áreas urbanas para aumentar o acesso e o alcance.
 Uma"superestrada" de bicicleta é uma ciclovia, na qual as necessidades dos passageiros recebem a maior prioridade - proporcionando uma viagem suave com menos paradas e maior segurança. O principal objetivo das rodovias de ciclismo é criar melhores condições para os ciclistas e conectar áreas de trabalho, estudo e residenciais, facilitando muito o deslocamento dos pedestres para o trabalho, em vez de pegar o carro. Além disso, as rodovias de ciclovias passam perto das estações, tornando atraente combinar ciclismo com transporte público.


   Para ser categorizada como uma “super rodovia para ciclistas”, uma ciclovia deve obedecer a um conjunto de medidas de qualidade, como bombas de ar, apoios para os pés, cruzamentos mais seguros, ondas verdes e semáforos programados para a velocidade média do ciclismo. As rodovias de ciclovias são marcadas por sinais de trânsito e pontos de sinalização laranja no asfalto, facilitando a localização de passageiros dia e noite - eles simplesmente seguem a laranja C. 

Mais aqui e aqui

08/08/2019

Controladores de velocidade

      Em boa parte do mundo, em especial nos países onde a segurança de trânsito é realmente levada a sério, essa ferramenta é amplamente usada.  Mas aqui no Brasil, um certo "governante" e seus apoiadores desmiolados, acreditam que os radares servem somente para arrecadar...
     Seguem alguns exemplos no mundo de uso dos controladores.

Controlador de velocidade na Suécia

     
Controlador de velocidade na Inglaterra.

Policial francês usando controlador portátil de velocidade em uma rodovia.
Controlador de velocidade no Japão
Controlador de velocidade Escócia.




Fontes: aquiaqui, aqui, aqui  e aqui.

08/04/2019

Desing viário e segurança

https://live-thecityfix-sandbox.pantheonsite.io/wp-content/uploads/2016/12/2_NEW.jpg    Pedestres (em especial crianças e idosos), motociclistas e ciclistas são a grande parte das vítimas dos "acidentes" que ocorrem a cada ano em todo o mundo. Um caminho muito eficaz para reduzir esses números é a adoção de uma arquitetura viária amigável a esses públicos. Sabemos que um atropelamento em uma velocidade de até 30 km/h resulta em mais de 90% de chance de salvar a vida dessa pessoa. Sabemos também que se essa velocidade de impacto subir somente mais 20 km/h, ou seja 50km/h a chance do pedestre morrer se aproxima de 80%!.
    Nesse sentido, em vários locais do planeta a adoção de medidas de contenção de velocidade são vitoriosas e as estatísticas comprovam isso. A adoção de rotatórias, por exemplo, reduz entre 70% à 90% colisões nos cruzamentos, reduzir a largura das faixas de tráfego é outra opção eficaz. Em boa parte dos  casos pequenas mudanças geram grandes resultados:



Streets in Mexico City were redesigned to increase pedestrian safety. Photo by SEDEMA CDMX     

 
Antes e depois da Rua Joel Carlos Borges. (Foto: Daniel Hunter e Pedro Mascaro/WRI Brasil)
  

Mais aqui.

23/01/2019

Sinais Internacionais. Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário

Sinais Internacionais. Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário

               A Organização para as Comunicações e o Trânsito foi uma organização técnica da Liga das Nações, responsável pela promoção de cooperação internacional em áreas como o tráfego rodoviário internacional, o transporte ferroviário e a navegação de cabotagem, navegação por portos e marítima, unificação dos sinais de trânsito e de sinais marítimos, simplificação de passaportes e de procedimentos para visto e transmissão de energia elétrica para além de fronteiras nacionais.
 
Sinais Internacionais. Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário A organização estabeleceu vários comitês permanentes e temporários para áreas de política específica, incluindo o Comitê Permanente sobre Tráfego Rodoviário. A Organização para as Comunicações e o Trânsito realizou as conferências principais em Barcelona, em 1921, e em Genebra, em 1923, para concluir convenções sobre portos e ferrovias. A organização também assumiu a liderança no trabalho com estados membros da Liga, para esboçar a Convenção para a Unificação de Sinais Rodoviários, de 1931. Aqui, mostra-se um sistema de sinais de trânsito internacionais e de sinais gestuais, proposto pelo Comitê Permanente sobre o Tráfego Rodoviário. Este documento pertence aos arquivos da Liga, que foram transferidos para as Nações Unidas em 1946, e estão armazenados no gabinete da ONU, em Genebra. Eles foram anexados ao registro da Memória do Mundo da UNESCO em 2010.