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27/02/2011
04/02/2011
A poluição do ar nosso de cada dia...

20/01/2011
As manchetes que nos envergonham
* fonte DETRAN/RS
jornal Zero Hora, edição de 20/01/11
06/12/2010
Sugestão para o Papai Noel que há em você!

Conheça melhor em que áreas a AACD atua:
18/11/2010
A impessoalidade nos acidentes

Já notaram que em boa parte das notícias que vemos nos meios de comunicação os acidentes de trânsito são relatados de tal forma que o 'fator humano' é praticamente deixado de lado. Carros, estradas, postes, chuva, curvas, etc. são apresentadas como as primeiras responsáveis pelos ocorridos... Quando falamos que 'um CARRO atropelou um pedestre' esquecemos que uma máquina não tem vontade própria (salvo em filmes de ficção), mas seus donos e condutores sim!
28/10/2010
Por quê???

Afinal, por que agimos de forma tão irracional? Por que nos expomos a riscos sem a menor necessidade e explicação aparente?
Tenho certeza que você já se fez essa pergunta após ler os jornais com manchetes denunciando finais de semana e feriados sangrentos em nossas vias. Engenheiros, políticos, educadores e órgãos de fiscalização acreditam que, sem desmerecer o outro, seria necessário dar mais valor para a sua área em questão, para aí então reduzir efetivamente os problemas em nosso transitar...
No entanto, lembro que mesmo em locais do mundo onde se conseguiu atingir bons resultados na qualidade do trânsito as 'tragédias' continuam existindo (em quantidade infinitamente menor do aqui, mas continuam existindo). A situação é mais assustadora quando olhamos para países em que o sistema de trânsito é ineficaz ou mesmo inexistente, nesses casos a situação torna-se quase insuportável.
Mas a questão que gostaria de abordar é o fato de que existe algo que parece escapar ao domínio do Estado a despeito de seus aparatos coercitivos. Há algo no humano que não pode ser educado de fora para dentro, existe algo que alguns (ou todos??) indivíduos levam consigo que foge da racionalidade. A sociedade sabe que existe limites de velocidade, por exemplo, mas eles não são respeitados. As pessoas sabem do perigo entre conjugar o álcool e a condução de veículos e mesmo assim dirigem sob efeito dessa substância. Diriam muitos (inclusive eu) que falta educação, fiscalização, leis, etc, e por isso ocorrem acidentes levando pessoas a perderem a vida todos os dias nas estradas e ruas do Brasil. Tudo bem, mas tem algo mais nessa história. O que nos leva ao perigo conscientemente? Para entendermos os problemas de nosso trânsito precisamos entender que o ser humano é composto também de 'irracionalidades' e incoerências do que somente lógica e coerência, se é certo que existe uma pulsão de vida, é certo também que há uma pulsão de morte.
A melhor tradução que encontrei para essa ideia foi em um trecho do conto: O Demônio da Perversidade, de Allan E. Poe. Reproduzo uma pequena parte desse conto, onde em uma alegoria da psique humana, Poe abre as portas de nossas fraquezas e tentações 'demoníacas'.
Penso ser possível estabelecermos relações com os riscos que nos colocamos ao transitarmos, sem muitas vezes nos atentarmos... Uma das mensagens de seu texto é que sem ajuda ficamos desamparados, nesse sentido a informação, a educação a fiscalização e, em geral, um forte sistema de trânsito são os amigos que nos podem livrar dos abismos!
"... agimos sem um objetivo compreensível; ou, se quisermos entendê-lo como uma contradição para dizer que, através de seu estímulo, agimos pela razão de que não deveríamos agir. Em teoria, nenhuma razão poderia ser mais irracional, mas, de fato, nenhuma existe que seja mais forte. Em certas mentes, sob determinadas condições, torna-se completamente irresistível. Assim como tenho certeza que respiro, sei que a consciência do certo ou do errado de uma ação é frequentemente a única força incontestável que nos impede para a sua realização; e nos impele isoladamente, sem nada mais o faça...É um impulso radical e primitivo - um impulso elementar...Segue-se então, que o desejo de estar bem deve ser excitado...~Paramos à beira de um precipício. Nossa visão se projeta para o abismo, somos tomados por uma assomo de náusea e vertigem. Nosso primeiro impulso é de nos afastar-nos do perigo. Sem a menos explicação, permanecemos ali. Lentamente nosso enjoo, nossa tontura, nosso horror se mesclam a uma nuvem de sentimentos indizíveis. Gradativamente, ainda mais imperceptível, esta nuvem toma forma, como o vapor que surgiu da garrafa de Aladim e formou o gênio nas Mil e Uma Noites. Porém desta nossa nuvem à beira do despenhadeiro, torna-se progressivamente palpável de uma forma muito mais terrível que a do gênio, muito mais horrenda que a de qualquer demônio lendário; e no entanto, é somente um pensamento, por mais amedrontador que seja, que nos gela até a medula dos ossos com a ferocidade inerente à delícia de seu pavor. É meramente a ideia de qual seria a nossa sensação durante o mergulho precipitado de uma queda de tal altura. E esta queda - esta aniquilação rápida - pela própria razão de invocar a ideia de morte nos faz agora desejar saltar vividamente. E uma vez que a nossa razão violentamente nos impede que cheguemos a borda, justamente por isso nos aproximamos mais impetuosamente...Deter-se, ainda que por um momento, na contemplação desse pensamento de saltar ou não, é estar inevitavelmente perdido... Se não houver um braço amigo que nos ampare, ou se não fizermos um esforço súbito para nos afastarmos do abismo, saltaremos e seremos destruídos"
26/10/2010
15/10/2010
Transgressões bovinas

Não vou entrar no mérito de qualidade, mas sim na possibilidade de comunicação transgressora e crítica no espaço de uma cidade que massifica e tende a homogenização coletiva. Transgredir na busca de novas perguntas é o oxigênio de uma sociedade viva.
07/10/2010
MAS QUE INVEJA!
A EUROPA: A malha ferroviária da Europa é composta por mais de 280 mil quilômetros e seus trens, além de rápidos, são muito confortáveis, pontuais e econômicos, sendo possível atravessar de um país a outro em poucas horas. Somente na Suiça, foram 322 milhões de passageiros em 2008! 29/09/2010
Em tempos de eleição

22/09/2010
Na cidade, sem meu carro

10/09/2010
Todo mundo se machuca quando você corre

Lá do outro lado do mundo a Austrália nos dá bons exemplos de como abordar de forma direta, porém, sem apelos as questões de trânsito. A campanha da Transport Accident Commission - TAC, Instituição governamental de Vitória segue a linha de mostrar a realidade, expondo 'verdades' sobre os acidentes. O fato é que os afetados pelas loucuras que ocorrem nas ruas vão além daqueles que sofrem lesões físicas ou morrem. Toda a sociedade em volta é afetada por esses acidentes.
Pais, irmãos, namorados, namoradas, socorristas, testenhumhas, amigos, enfim, TODO MUNDO SE MACHUCA quando você corre, é o que diz a campanha (Everybody hurts when you speed).
O endereço para a campanha em questão está logo abaixo, vai lá!
http://www.tacsafety.com.au/jsp/content/NavigationController.do?areaID=13&tierID=2&navID=3A3289227F0000010158C52C55F970A4&navLink=null&pageID=1550
31/08/2010
24/08/2010
Abraçando a vida

Existem discussões a respeito da eficácia ou não de campanhas educativas no trânsito. Penso que em boa parte das vezes o que acontece é um grande desperdício de tempo e dinheiro, pois, a complexidade das variáveis envolvidas nas questões de trânsito requer bem mais do que distribuição de folderes e algumas poucas vinculações de propagandas na televisão e no rádio. As soluções de nossos problemas nessa área, passam necessariamente, pela adoção de medidas simultâneas e permanentes em vários pontos como, por exemplo: Sistema coercitivo (leis e fiscalização), Sistema educacional (formação de condutores e população em geral) e Sistema econômico-social (mudança de cultura comportamental e de consumo).














